Mostrando postagens com marcador Santos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Santos. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

A Seleção do Céu está muito bem servida de goleiro

Uma conversa na tarde de ontem me encheu os olhos de lágrimas.

Meu avô, senhor Lindomar Tavares, torcedor do Santos, amigo do senhor Dondinho, pai de Pelé, e da grande maioria dos jogadores que fizeram parte do maior time que a Terra já viu, contou-me que conheceu Gilmar aos 16 anos de idade, na Vila Aide, um pequeno bairro localizado entre os canais 5 e 6, na cidade de Santos.

Caverinha, como era conhecido meu avô devido ao seu “avantajado” porte físico, contou-me que o arqueiro era um piadista nato e assim como fazia com os chutes dos adversários, agarrava a atenção de todos que estavam à sua volta.

Gilmar dispensava apresentações. Quem gosta de futebol e história sabe que ele jogou no Corinthians, o gigante da década de 50, que inclusive originou o apelido de Timão, nos anos 60 foi o arqueiro do Santos de Pelé e companhia, e ainda foi bicampeão mundial com a Seleção Brasileira em 58 e 62.

A Seleção do Céu ganhou mais do que um goleiro como reforço, ganhou o maior de todos que atuaram com as mãos.



Crédito Foto: esporte.ig.com.br



Trilha Sonora: Cartola - Corre e olha o céu



quarta-feira, 12 de setembro de 2012

De Canela

Vamos às caneladas:


3 = pipoca

Léo, falador pós-jogo, pipocou para a diretoria do Santos e ficou pianinho na entrevista coletiva solicitada, segundo o mesmo, por ele (ah tá...). O lateral do Peixe reclamou bastante após o empate por 0 a 0, na Vila, contra o São Paulo, pelas condições do time santista, a novela envolvendo Paulo Henrique Ganso e a saída de Elano.

Eu confesso que havia ficado muito feliz por ver que um jogador de futebol falou algo de verdade, sem pensar na repercusão da declaração, de muita atitude, pois, normalmente, eles só falam em "ganhar os 3 pontos", "fazer o que o professor mandou", "estamos motivados para conseguir a vitória" e blá blá blá de sempre. Não deu nem pra comemorar e o lateral tomou uma bola nas costas e pediu desculpas pelas palavras e finalizou dizendo que no futebol não se pode falar o que pensa...

Léo, na boa, pode sim, basta querer.



Sentimentos opostos

Com a inacreditável conquista da Copa Kia do Brasil de forma invícta (inacreditável até mesmo para o mais otimista do palmeirense), o Palmeiras vive uma situação totalmente oposta e corre sérios riscos de disputar a Libertadores e a Série B do Campeonato Brasileiro 2013. No próximo final de semana será mandante no clássico contra o Corinthians, e um Pacaembú lotado será palco de 90 minutos de angústia, pois, se o Alviverde não vencer, a toalha estará encostada no corner esperando o nocaute do gigante da zona oeste de São Paulo.

Eu, corintiano, sinceramente, não gostaria que o Palmeiras caísse. Sério. É ruim para o futebol paulista, para o futebol brasileiro e para o futebol sulamericano, já que o Palestra será um dos representantes brasileiros da próxima edição da Libertadores. Para argumentar com algo que não tem sentimentos, os números, caso o Palmeiras seja mesmo rebaixado, poderemos ter 5 times paulistas em queda para divisões inferiores. Palmeiras da A para B, Guaratinguetá, Bragantino e Barueri da B para C, e o Santo André da C para D.

É algo inimaginável para o torcedor palmeirense conviver com sentimentos opostos: a conquista de um grande título, mais o direito de disputa de uma competição internacional, e assistir aos jogos de terça e sábado pela segunda divisão.



Vitória Ching Ling

O Brasil espancou a "seleção" chinesa por 8 a 0. Neymar fez 3, o time atropelou, tudo muito bom, tudo muito bem, mas é nítido que a Seleção ainda tem algumas indefinições na equipe e, mesmo quase 3 anos à frente do Brasil, Mano Menezes vai acumulando críticas sobre seu trabalho.

Comemorar uma goleada sobre a fraca China é sacanagem.




Trilha sonora de hoje: Descendents - I'm the one





Rudah Tozati

segunda-feira, 5 de março de 2012

Para nós, o jogo é quarta

A derrota do Corinthians para o Santos, na Vila Belmiro, no último final de semana foi aceitável. Não que o placar tenha sido justo (ou injusto), mas o fato de ter poupado tantos titulares não leva o Adenor, nem a torcida corintiana, a lamentar o resultado.
A única coisa que se pode lamentar foi a briga feia entre torcedores do Santos e do Corinthians do lado de fora do estádio.
Em campo, as oportunidades aconteceram para ambos os lados, mas em um clássico não se pode desperdiçar as chances criadas, e como diz a máxima do futebol: Clássico é decidido nos detalhes.
Se para o Santos o jogo marcava a reabertura da Vila e mais uma oportunidade de ter Neymar e Ganso (voltando à boa fase) juntos, para o Corinthians, que parecia entrar em campo para esperar o momento do juiz encerrar a partida, um empate estava de bom tamanho. Fato que não aconteceu.
Neymar não estava nos seus melhores dias, mas Muricy escalou o Peixe com força total. O Corinthians com 7 desfalques e Adriano como titular, pouco criou, mas melhorou após as entradas de Cachito Ramirez e Paulinho. No fim, vitória do Santos pelo placar mínimo com gol de Ibson.
De qualquer forma, o Timão segue na liderança do Campeonato Paulista e a cabeça dos corintianos está mesmo na partida de quarta, no Pacaembú, contra o Nacional do Paraguai. E pelo andar da carruagem, lá vem mais sofrimento... mas vai ter vitória do Corinthians.

Rudah






Trilha sonora para quarta:

: