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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Hardcore Contra Cultura em São Bernardo do Campo


No último dia 19, foi realizado em um dos galpões do Cajuv, a Coordenadoria de Ações para a Juventude de São Bernardo do Campo, o Hardcore Contra Cultura. O evento, que teve entrada gratuíta, reuniu mais de 400 pessoas no domingo de carnaval.
A banda de Still Strong abriu a tarde de shows mostrando um hardcore de muita energia no palco.
Em seguida, começou a primeira das 3 sessões da oficina de stencil, ministrada pela artista de rua Verônica Amores "V". Com aulas com duração de 10 minutos e limitadas a 10 alunos por vez.  Neste intervalo de 30 minutos entre uma banda e outra, o produtor Felipe Madureira apresentou o primeiro de 3 documentários que foram exibidos na sala de vídeo.
A segunda banda a se apresentar foi o Leptospirose. O trio de Bragança Paulista tem no carismático vocalista e guitarrista Quique Brown as cartas na manga de como conduzir uma grande apresentação. E dá-lhe pipoca...
Para a segunda pausa, as oficinas voltaram com força total. As salas ficaram pequenas devido a grande procura pelas aulas de stencil e por um raro espaço entre os espectadores dos documentários.
Enquanto isso, O Inimigo arrumava seu equipamento e fazia aumentar a ansiedade do público. A performance da banda foi impressionante. O som dispensa comentários. Uma das principais bandas do cenário no gênero.
Última pausa para as oficinas, assim os ministrantes puderam encerrar seus trabalhos, enquanto alguns se arriscavam de skate no mini-ramp localizado próximo ao palco.
A montagem de uma outra bateria no palco já mostrava o que estaria por vir... Completando 25 anos de história, o Ação Direta, como é de costume, fez mais uma bela exibição. Com um set bem variado, o quarteto de São Bernardo deixou todos os admiradores da banda satisfeitos. Uma aula de como se fazer um som pesado.
Ao final das apresentações, foi servido um jantar vegetariano, de forma gratuíta também.
É a Cajuv, Coordenadoria de Ações para a Juventude de São Bernardo do Campo, realizando em parceria com os integrantes do Projeto Hardcore Contra Cultura mais um evento de entretenimento e informação.

50 chibatadas

Quando acordei, prometi para mim mesmo que não iria falar de futebol.
Por quê?
Simples. Seria uma forma de deixar com que tantos torcedores que dizem que o Corinthians é sempre favorecido pela arbitragem engolissem do próprio veneno, afinal, o que o sr. Guilherme Ceretta de Lima fez com o Bragantino foi algo muito parecido com o que o Dr Fritz faz com seus pacientes, operar sem anestesia. Lembrando apenas que os árbitros erram e acertam para os 2 lados, para os grandes e para os pequenos.
Mas ok, não é este o assunto pela qual vou tratar, e sim, o gol que perdeu o Deivid, na semifinal da Taça Guanabara entre Flamengo e Vasco .
O "Gaguinho" perdeu não só o gol, mas a vaga na final e, de quebra, a chance de manter o tabú contra o time da Colina.
Deivid está sendo vítima de bullying mundial pelo lance bizarro.
A sorte do camisa 9 rubro-negro é que no país do carnaval tudo acaba em samba (ou em Le Parkour e chamas...), se fosse lá na terra do Osama...



Tempo ao tempo

Toda mudança é uma aposta.
A questão da adaptação conta muito com a vontade de quem mudou em tentar fazer com que sua mudança dê certo. Não basta mudar, tem que querer mudar. Não se trata apenas de um deslocamento ou fuga, mas de uma reflexão de tudo que foi feito até então. Hora de levar em conta os riscos e quais serão os pontos positivos de toda alteração. Não esquecer as raízes e ter paciência são aspectos fundamentais para o êxito.
 Dificuldade é algo natural nesse trajeto. A superação desses obstáculos fortalecem a caminhada e valorizam cada conquista.
No fim, vai perceber que era só questão de tempo para tudo se encaixar. Tudo fica mais fácil quando se tem em quem confiar. Afinal, nunca se está sozinho.

http://www.youtube.com/watch?v=pEHVg-m2ZM4

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Finalmente, o primeiro.

Depois de quase 2 anos pensando, e pensando... e pensando: Será que vale a pena? Não encontrei resposta. Então dei sequência ao projeto de fazer um blog (que brega!).
Esse é o primeiro post (de alguns que virão) e como toda apresentação (na maioria das vezes constrangedora) algumas informações precisam ser repassadas.
1- O idealizador desse blog não recebe nenhuma ajuda financeira (e não espera por isso). Afinal, o Arquibancada Subpop não foi criado com esse propósito.
2- Todo e qualquer comentário será bem-vindo, desde que seja mantido o respeito. Essa é a chave para evitarmos problemas.
3- As opiniões e comentários contidos aqui não são e nem podem ser taxados como verdade única. Conteste sempre.
4- Arquibancada? Por que arquibancada? Simplesmente por ser o lugar mais democrático do mundo. Para quem já foi ou frequenta estádios sabe que é na arquibancada que tudo acontece. Lá não há classe social, distinção de raça ou religião. Como disse uma vez um senhor que estava ao meu lado no Pacaembú: "A arquibancada é o consultório psicológico do pobre".
5- Subpop? Sim. Subpop é o nome de uma das mais importantes e influentes gravadoras dos anos 90. Mas a escolha pelo nome foi devido o formato e conteúdo do blog. Aqui tratarei de assuntos ligados à música (na maioria das vezes underground, mas não é regra!), comportamento e, principalmente, esportes.
6- A cada post será deixado uma dica musical. Espero que apreciem.
7- O meu e-mail está à disposição, caso queiram entrar em contato.

Vista a camisa e jogue pela salvação.




Rudah.
11.10.2011